4 Livros Baseados em Contos de Fadas
Mais uma listinha literária.
Adoro fazê-las, confesso. Dessa vez, vou juntar duas coisas que eu amo de
paixão: Livros e Contos de Fadas. Essa listinha é de livros que eu não li
ainda, mas pretendo ler ainda esse ano, e todos esses quatro livros são algum
tipo de releitura aos contos de fadas. Tem desde a Cinderela á Aurora (Bela
Adormecida). Eu já li A Fera, de Alex Flinn, que conta uma versão moderna de A
Bela e A Fera, e eu achei super forfis e tals.
Um príncipe amaldiçoado se
isola em seu castelo. Poucos o viram, mas aqueles que conseguiram tal proeza
afirmam que seus pelos são exagerados e suas garras são afiadas – como as de
uma fera! No entanto, o que levou esse príncipe, que já foi encantador e amado
por seu povo, a se tornar um monstro tão retraído e amargo? Será que ele
conseguirá encontrar o amor verdadeiro e pôr um fim à maldição que lhe foi
lançada? Em “A Fera Em Mim”, conheça a história por trás de um dos mais
cativantes e populares contos Disney de todos os tempos: A Bela e a Fera!
A Bela e a Fera é meu conto de fadas preferido, então quero ler qualquer
livro que é baseado nessa historia. Aparentemente esse é o segundo livro de uma série, e nao conta a historia de como a Fera se apaixonou pela Bela, mas antes de conhecê-la, contudo eu não tenho problema com isso. Estou até tentando convencer a minha mãe a
me levar para assistir o filme com a Emma Watson. Se eu conseguir, acho que tem
um, Minha Opinião sobre.
2. Cinder – Crônicas Lunares, Marissa Meyer.
Num mundo dividido entre humanos e ciborgues, “Cinder” é uma cidadã de
segunda classe. Com um passado misterioso, esta princesa criada como gata
borralheira vive humilhada pela sua madrasta e é considerada culpada pela
doença de sua meia-irmã. Mas quando seu caminho se cruza com o do charmoso
príncipe Kai, ela acaba se vendo no meio de uma batalha intergaláctica, e de um
romance proibido, neste misto de conto de fadas com ficção distópica. Primeiro
volume da série As Crônicas Lunares, Cinder une elementos clássicos e ação
eletrizante, num universo futurístico primorosamente construído.
Cinderela não é minha princesa
favorita, prefiro Bela e a até a Aurora (dormir por cem anos, oxe, to dentro,
me chama), mas a idéia de um conto de fadas distópico me agrada, com ciborques
e batalhas intergalaticas, ainda mais. Esse é o primeiro dos quatro livros, que
ainda tem Branca de Neve, Rapunzel e a Chapeuzinho Vermelho, se não me engano
(Sei que não é a Mulan, nem a Bela, vacilo em? Logo a Bela, que eu amo?)
Nos salões de um castelo, uma confidente leal guardou por muitos anos
os segredos de uma rainha linda e melancólica, uma princesa que só queria ser
livre e uma mulher que sonhava com a coroa. Esta é sua história. Ambientada em
meio ao luxo e às agruras de um reino medieval, esta releitura de A Bela
Adormecida consegue ser fiel ao clássico ao mesmo tempo
em que constrói uma narrativa recheada de elementos contemporâneos. Nessa
mescla, os dramas de seus personagens – um casal infértil, uma jovem que não
aceita viver em uma redoma e uma família despedaçada pela inveja – tornam-se
atemporais.
Quando a rainha Lenore não consegue
engravidar, recorre aos supostos poderes mágicos da tia do rei, Millicent. Com
sua ajuda, nasce Rosa, uma menina linda e saudável. No entanto, a alegria logo
dá lugar às sombras: o rei expulsa de suas terras a tia arrogante, que então jura
se vingar. Seu ódio se torna a maldição que ameaça a vida de Rosa. Assim, a
menina cresce presa entre os muros do castelo, cercada dos cuidados dos pais e
de Flora, a tia bondosa e dedicada do rei que encarna a fada boa do conto
original. Mas quando todas as tentativas de proteger Rosa falham, é Elise, a
dama de companhia e confidente da princesa, sua única chance de se manter viva.
E é pelos olhos dessa narradora improvável que conhecemos todos os personagens,
nos surpreendemos com o destino de cada um e descobrimos que, quando se guia
pelo amor – a magia mais poderosa do mundo –, qualquer pessoa é capaz de criar
o próprio final feliz.
Estou animada para ler esse livro
apesar do spoiler que deve ser esse resumo. Gosto da princesa dorminhoca (já
comentei lá em cima), gosto de dormir, e depois de assistir Malevola, gosto da
vilã. Aparentemente, a autora mudou o nome dos personagens, mas sem problemas.
É a graça das releituras.
4. Dorothy Tem Que Morrer, Daniele Paige.
Eu não pedi nada disso. nunca pedi para ser uma heroína. Mas, quando
toda a sua vida é levada por um tornado – incluindo você –, não há escolha a
não ser continuar, certo? Claro que eu li os livros. Assisti aos filmes.
Conheço a música sobre o arco-íris. Mas nunca imaginei que Oz fosse assim. Um
lugar onde Bruxas Boas não são confiáveis, Bruxas Más talvez sejam boazinhas e
macacos alados são executados por atos de rebelião. Ainda há uma estrada de
tijolos amarelos, mas até isso está se desfazendo. o motivo? Dorothy. Dizem que
ela retornou a Oz. Dizem que ela tomou o poder. E agora ninguém está seguro...
meu nome é Amy Gumm... Eu Sou A Outra Garota Do Kansas. Fui recrutada pela
Ordem Revolucionária dos Malvados. Fui treinada para lutar e tenho uma missão.
Nunca li O Mágico de Oz (que
vergonha, Raquel!), mas mesmo assim a historia me interessa parcas, mas eu não
tenho problemas em ler uma releitura primeiro. Principalmente uma com uma
Dorothy má, isso até me lembra a bruxa má em Once Upon a Time (desculpas se você
não gosta, apesar de eu não estar com um pingo de saco para a sexta
temporada...).





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